Um furacão chegou aos Estados Unidos da América. Geralmente batizado com nome de mulher, dessa vez o nome é Donald Trump. Mas que diabos esse cara tem de bom ou ruim? E mais, o que nós, pobres latinos, temos com isso tudo?! Pode ter certeza, temos com o que se preocupar.
Um fenômeno mundial está acontecendo. As pessoas estão descrentes com a política e muito mais com os políticos. Assim como no Brasil, o número de abstenções aumentou, em solo estadunidense também. Em entrevistas, os próprios americanos, sem a obrigatoriedade do voto, não tinham esperança em Hillary Clinton ou Donald Trump. Nessa condição, o "vencedor" tem o duro trabalho de governar com a rejeição das abstenções e do eleitores de oposição. Situação semelhante aqui no Brasil, ocorreu na cidade do Rio de Janeiro, com a eleição do Crivella.
Além da situação dos votos, o mundo ficou assustado com a eleição do republicano. Com uma campanha marcada por grande troca de farpas e proposta distintas, o conservador venceu. A proposta de fechar o país economicamente, assusta o mundo, já que a econômica americana é a que dita o ritmo. Países como Brasil, dependentes da exportação aos americanos, vai perder grande fonte de renda, caso seja possível a mesma facilidade de troca comercial. Agora cada um que se vire dentro do seu quintal.
Na questão dos imigrantes, Trump foi bem claro que não está na corrente de permitir a legalização daqueles já em seu território. A política de segurança pode mudar, tendo em vista em barrar aqueles considerados inimigos do Estado e da ordem. Não queira você ir a Disney de barba. Muito menos falando algo parecido com árabe. Tempo de mudança está só começando.
Muitos brasileiros, ironicamente, disseram nas redes sociais que o americano não soube votar. Imagina um gringo lendo isso, e verificando os políticos eleitos desde a câmera dos vereadores até Brasília?! O mundo em alerta geral. Quem tem um pouco de consciência, sabe que algo vai mudar, lá e cá. Política - com a licença poética e popular - é foda. Vamos ver se o adjetivo será positivo ou negativo.
Um fenômeno mundial está acontecendo. As pessoas estão descrentes com a política e muito mais com os políticos. Assim como no Brasil, o número de abstenções aumentou, em solo estadunidense também. Em entrevistas, os próprios americanos, sem a obrigatoriedade do voto, não tinham esperança em Hillary Clinton ou Donald Trump. Nessa condição, o "vencedor" tem o duro trabalho de governar com a rejeição das abstenções e do eleitores de oposição. Situação semelhante aqui no Brasil, ocorreu na cidade do Rio de Janeiro, com a eleição do Crivella.
Além da situação dos votos, o mundo ficou assustado com a eleição do republicano. Com uma campanha marcada por grande troca de farpas e proposta distintas, o conservador venceu. A proposta de fechar o país economicamente, assusta o mundo, já que a econômica americana é a que dita o ritmo. Países como Brasil, dependentes da exportação aos americanos, vai perder grande fonte de renda, caso seja possível a mesma facilidade de troca comercial. Agora cada um que se vire dentro do seu quintal.
Na questão dos imigrantes, Trump foi bem claro que não está na corrente de permitir a legalização daqueles já em seu território. A política de segurança pode mudar, tendo em vista em barrar aqueles considerados inimigos do Estado e da ordem. Não queira você ir a Disney de barba. Muito menos falando algo parecido com árabe. Tempo de mudança está só começando.
Muitos brasileiros, ironicamente, disseram nas redes sociais que o americano não soube votar. Imagina um gringo lendo isso, e verificando os políticos eleitos desde a câmera dos vereadores até Brasília?! O mundo em alerta geral. Quem tem um pouco de consciência, sabe que algo vai mudar, lá e cá. Política - com a licença poética e popular - é foda. Vamos ver se o adjetivo será positivo ou negativo.

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