quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Ei, você aí!

  Um furacão chegou aos Estados Unidos da América. Geralmente batizado com nome de mulher, dessa vez o nome é Donald Trump. Mas que diabos esse cara tem de bom ou ruim? E mais, o que nós, pobres latinos, temos com isso tudo?! Pode ter certeza, temos com o que se preocupar.
  Um fenômeno mundial está acontecendo. As pessoas estão descrentes com a política e muito mais com os políticos. Assim como no Brasil, o número de abstenções aumentou, em solo estadunidense também. Em entrevistas, os próprios americanos, sem a obrigatoriedade do voto, não tinham esperança em Hillary Clinton ou Donald Trump. Nessa condição, o "vencedor" tem o duro trabalho de governar com a rejeição das abstenções e do eleitores de oposição. Situação semelhante aqui no Brasil, ocorreu na cidade do Rio de Janeiro, com a eleição do Crivella.
  Além da situação dos votos, o mundo ficou assustado com a eleição do republicano. Com uma campanha marcada por grande troca de farpas e proposta distintas, o conservador venceu. A proposta de fechar o país economicamente, assusta o mundo, já que a econômica americana é a que dita o ritmo. Países como Brasil, dependentes da exportação aos americanos, vai perder grande fonte de renda, caso seja possível a mesma facilidade de troca comercial. Agora cada um que se vire dentro do seu quintal.
  Na questão dos imigrantes, Trump foi bem claro que não está na corrente de permitir a legalização daqueles já em seu território. A política de segurança pode mudar, tendo em vista em barrar aqueles considerados inimigos do Estado e da ordem. Não queira você ir a Disney de barba. Muito menos falando algo parecido com árabe. Tempo de mudança está só começando.
  Muitos brasileiros, ironicamente, disseram nas redes sociais que o americano não soube votar. Imagina um gringo lendo isso, e verificando os políticos eleitos desde a câmera dos vereadores até Brasília?! O mundo em alerta geral. Quem tem um pouco de consciência, sabe que algo vai mudar, lá e cá. Política - com a licença poética e popular - é foda. Vamos ver se o adjetivo será positivo ou negativo.

domingo, 6 de novembro de 2016

Intolerância religiosa

  De fato o Brasil é o país das diferenças. Um país - continente, que habita mais de 200 milhões de pessoas, transformado esse território, em multicultural. Sendo assim, temos que ser uma nação laica, de forma que atribuindo, aceitando e respeitando as várias crenças, contribui, a princípio, para um sociedade melhor.
  Crenças vindas da Europa com os portugueses no século XVI e depois com outros estrangeiros do velho continente, implementaram o catolicismo aos "desalmados" índios. Tempo depois, os escravos vindos da África, trouxeram, junto com a tristeza de sair de onde não queriam, as suas crenças particulares. Assim foi na história de imigração e chegada de novos povos nesse país. Hoje, temos a liberdade de escolher no que acreditar, ou talvez nem acreditar em nada. O grande problema das diferenças, são as indiferenças criadas por parte da sociedade sem intervenção correta do governo.
  Temos uma pluralidade de religiões, católicos, evangélicos, judeus, mulçumanos, religiões afro - brasileiras e etc. Segundo a Secretaria dos Direitos Humanos, no período de janeiro de 2011 a junho de 2014, 238 denúncias foram realizadas devido a religião do denunciante. Em 2013, 20% das denúncias eram referentes as crenças ds origem africanas, um grande preconceito pelas formas dos rituais e adoração. Sendo assim, além de fazer o levantamento dos dados, a Secretária deve agir e elaborar programas em prol das diferenças religiosas. Começando de dentro dos poderes que regem o futuro da nação. Legislativo, Executivo e Judiciário devem ser exemplos de isenção e respeito religioso. A cada poder, o dever de criar leis de proteção as diferenças, executá - las e jugá - las para um bom convívio social.
  Na era da informação, os veículos de imprensa são fundamentais em mostrar as variadas tradições, com um papel de utilidade pública. Por parte da sociedade em geral, o direito de expressar e executar sua fé deve ser garantido, assim como nós temos o dever, de no mínimo, respeitar no que o outro crê. Depois do mínimo, temos que conhecer um pouco das diferenças de fé divina, que também é a diferença de outras culturas.
  Portanto, ter uma atitude de alteridade, colocando - se no lugar do outro, aumenta a possibilidade de uma sociedade de convívio harmônico, sabendo aceitar os rituais, os hábitos de uma fé distinta. Somos parte da era da informação, basta buscarmos o que é verdade e tirar o preconceito comum adquirido pelos outros.